Marketing imobiliário não começa na campanha.

Atualizado: 24 de set.
Quando olho para um empreendimento, não consigo enxergar apenas a comunicação. Preciso entender o negócio. Essa forma de trabalhar nasceu da minha experiência com clientes, corretores e equipes comerciais.
O ponto de partida é o produto.

Antes de pensar na campanha, quero entender o que estamos comunicando. Qual é a proposta do empreendimento? Em que região ele está? Para quem faz sentido? Quais características realmente ajudam o comprador a tomar sua decisão?
A leitura de produto, público, concorrência e momento de mercado orienta o posicionamento. A comunicação precisa ser coerente com aquilo que o projeto representa, não apenas encontrar uma frase bonita para apresentá-lo.
O público tem uma jornada.
A decisão de compra não começa no formulário e não termina quando o contato chega ao corretor. Há dúvidas, expectativas, comparação e uma sequência de conversas entre o primeiro interesse e a assinatura de um contrato.
Foi na ponta comercial que aprendi a prestar atenção nessas etapas. Essa experiência mudou a forma como passei a olhar para conteúdo, mídia, atendimento e relacionamento.
Marketing e comercial precisam trocar informação.
Qualidade do lead, abordagem, argumento, reativação e retorno da equipe comercial entram na leitura da estratégia. O objetivo não é fazer uma área responder pela outra, mas entender como trabalham juntas.
Na Movimobi, essa visão está presente na integração entre planejamento imobiliário, marketing e operação comercial. O Park View, em Santo André, é um dos projetos que ajudam a explicar essa forma de pensar.
A campanha é consequência de uma leitura.
Eu acredito em um marketing que conhece o produto, entende a pessoa que pode comprá-lo e acompanha o que acontece depois do primeiro contato. É por isso que, para mim, marketing imobiliário começa muito antes de uma campanha entrar no ar.Por que o produto, o público e a jornada de compra vêm antes da mídia.



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